sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Lista dos Deputados que votaram a favor do próprio aumento de salário.

Veja quais deputados que votaram por urgência de aumento.

Nesta quarta-feira, a Câmara aprovou a equiparação salarial para parlamentares, ministros de Estado e para o presidente e o vice-presidente da República. Todos passarão a ganhar R$ 26,7 mil a partir de fevereiro do ano que vem. Os deputados aprovaram um requerimento de urgência permitindo a apreciação do projeto ainda hoje. O placar foi de 279 deputados a favor, 35 contra, e três abstenções. Horas depois, o Senado também aprovou o reajuste.

*A lista está em ordem alfabética, e os deputados destacados em vermelho negrito são aqueles que já estiveram pedindo voto em nossa região. Se acaso esqueci de algum, por favor comente, que faço o devido reparo.


Veja os deputados que votaram contra a urgência do projeto:

Alfredo Kaefer (PSDB)

Assis do Couto (PT)

Augusto Carvalho (PPS)

Capitão Assumção (PSB)

Chico Alencar (PSOL)

Cida Diogo (PT)

Décio Lima (PT)

Dr. Talmir (PV)

Eduardo Valverde(PT)

Emanuel Fernandes (PSDB)

Ernandes Amorim (PTB)

Fernando Chiarelli (PDT)

Fernando Gabeira (PV)

Gustavo Fruet (PSDB)

Henrique Afonso (PV)

Iran Barbosa (PT)

Ivan Valente (PSOL)

José C Stangarlini (PSDB)

Lelo Coimbra (PMDB)

Luciana Genro (PSOL)

Luiz Bassuma (PV)

Luiz Couto (PT)

Luiza Erundina (PSB)

Magela (PT)

Major Fábio (DEM)

Marcelo Almeida (PMDB)

Mauro Nazif (PSB)

Paes de Lira (PTC)

Paulo Pimenta (PT)

Raul Jungmann (PPS)

Regis de Oliveira (PSC)

Reinhold Stephanes (PMDB)

Sueli Vidigal (PDT)

Takayama (PSC)

Vander Loubet (PT)

Veja os deputados que votaram a favor da urgência do projeto:

Abelardo Camarinha (PSB)

Ademir Camilo (PDT)

Aelton Freitas (PR)

Alberto Fraga (DEM)

Alceni Guerra (DEM)

Aldo Rebelo (PCdoB)

Alex Canziani (PTB)

Alexandre Santos (PMDB)

Alexandre Silveira (PPS)

Alice Portugal (PCdoB)

Ana Arraes (PSB)

Andre Vargas (PT)

Angela Amin (PP)

Angela Portela (PT)

Angelo Vanhoni (PT)

Aníbal Gomes (PMDB)

Ann Pontes (PMDB)

Antônio Andrade (PMDB)

Antonio Bulhões (PRB)

Antônio Carlos Biffi (PT)

Antonio Carlos Biscaia (PT)

Antonio Carlos Chamariz (PTB)

Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM)

Antonio Carlos Pannunzio (PSDB)

Antonio Cruz (PP)

Antônio Roberto (PV)

Aracely de Paula (PR)

Ariosto Holanda (PSB)

Armando Abílio (PTB)

Arnaldo Jardim (PPS)

Asdrubal Bentes (PMDB)

Átila Lins (PMDB)

Átila Lira (PSB)

Bel Mesquita (PMDB)

Benedito de Lira (PP)

Bernardo Ariston (PMDB)

Beto Faro (PT)

Beto Mansur (PP)

Bilac Pinto (PR)

Bruno Rodrigues (PSDB)

Camilo Cola (PMDB)

Carlos Abicalil (PT)

Carlos Alberto Leréia (PSDB)

Carlos Bezerra (PMDB)

Carlos Eduardo Cadoca (PSC)

Carlos Sampaio (PSDB)

Carlos Santana (PT)

Carlos Willian (PTC)

Carlos Zarattini (PT)

Cassio Taniguchi (DEM)

Celso Maldaner (PMDB)

Celso Russomanno (PP)

Cezar Silvestri (PPS)

Ciro Nogueira (PP)

Ciro Pedrosa (PV)

Claudio Cajado BA (DEM)

Cláudio Diaz (PSDB)

Colbert Martins (PMDB)

Dagoberto (PDT)

Daniel Almeida (PCdoB)

Darcísio Perondi (PMDB)

Davi Alves Silva Júnior (PR)

Devanir Ribeiro (PT)

Dilceu Sperafico (PP)

Dr. Adilson Soares (PR)

Dr. Nechar (PP)

Dr. Paulo César (PR)

Dr. Ubiali (PSB)

Edio Lopes (PMDB)

Edmar Moreira (PR)

Edmilson Valentim (PCdoB)

Edson Aparecido (PSDB)

Edson Duarte (PV)

Edson Ezequiel (PMDB)

Eduardo Barbosa (PSDB)

Eduardo Cunha (PMDB)

Eduardo da Fonte (PP)

Eduardo Gomes (PSDB)

Elcione Barbalho (PMDB)

Eliene Lima (PP)

Eugênio Rabelo (PP)

Evandro Milhomen (PCdoB)

Fábio Ramalho (PV)

Fábio Souto (DEM)

Félix Mendonça (DEM)

Fernando Coelho Filho (PSB)

Fernando Ferro (PT)

Fernando Marroni (PT)

Filipe Pereira (PSC)

Flaviano Melo (PMDB)

Flávio Bezerra (PRB)

Francisco Rodrigues (DEM)

Francisco Rossi (PMDB)

Francisco Tenorio (PMN)

Gastão Vieira (PMDB)

Geraldo Pudim (PR)

Geraldo Resende (PMDB)

Geraldo Simões (PT)

Germano Bonow (DEM)

Gerson Peres (PP)

Gilmar Machado (PT)

Giovanni Queiroz (PDT)

Givaldo Carimbão (PSB)

Gonzaga Patriota (PSB)

Guilherme Campos (DEM)

Henrique Eduardo Alves (PMDB)

Homero Pereira (PR)

Hugo Leal (PSC)

Humberto Souto (PPS)

Indio da Costa (DEM)

Jair Bolsonaro (PP)

Jairo Ataide (DEM)

Janete Capiberibe (PSB)

Jilmar Tatto (PT)

Jô Moraes (PCdoB)

João Carlos Bacelar (PR)

João Dado (PDT)

João Leão (PP)

João Magalhães (PMDB)

João Matos (PMDB)

João Oliveira (DEM)

Joaquim Beltrão (PMDB)

Jofran Frejat (PR)

Jorge Khoury (DEM)

Jorginho Maluly (DEM)

José Carlos Aleluia (DEM)

José Carlos Araújo (PDT)

José Carlos Machado (DEM)

José Genoíno (PT)

José Guimarães (PT)

José Maia Filho (DEM)

José Mendonça Bezerra (DEM)

José Otávio Germano (PP)

José Rocha (PR)

José Santana de Vasconcellos (PR)

Julião Amin (PDT)

Júlio Cesar (DEM)

Júlio Delgado (PSB)

Jurandil Juarez (PMDB)

Jurandy Loureiro (PSC)

Lael Varella (DEM)

Laurez Moreira (PSB)

Lázaro Botelho (PP)

Léo Vivas (PRB)

Leonardo Quintão (PMDB)

Lira Maia (DEM)

Lobbe Neto (PSDB)

Luciano Castro (PR)

Lúcio Vale (PR)

Luis Carlos Heinze (PP)

Luiz Alberto (PT)

Luiz Bittencourt (PMDB)

Luiz Carlos Hauly (PSDB)

Luiz Carlos Setim (DEM)

Luiz Fernando Faria (PP)

Manato (PDT)

Manoel Junior (PMDB)

Marçal Filho (PMDB)

Marcelo Castro (PMDB)

Marcelo Melo (PMDB)

Marcelo Ortiz (PV)

Marcio Junqueira (DEM)

Márcio Marinho (PRB)

Márcio Reinaldo Moreira (PP)

Marco Maia (PT)

Marcondes Gadelha (PSC)

Marcos Lima (PMDB)

Marcos Medrado (PDT)

Marcos Montes (DEM)

Maria Helena (PSB)

Maria Lúcia Cardoso (PMDB)

Mário Heringer (PDT)

Mário Negromonte (PP)

Maurício Quintella Lessa (PR)

Maurício Rands (PT)

Maurício Trindade (PR)

Mauro Lopes (PMDB)

Mauro Mariani (PMDB)

Mendes Ribeiro Filho (PMDB)

Miguel Martini (PHS)

Milton Monti (PR)

Milton Vieira (DEM)

Moacir Micheletto (PMDB)

Moises Avelino TO (PMDB)

Moreira Mendes (PPS)

Narcio Rodrigues (PSDB)

Nelson Bornier RJ (PMDB)

Nelson Marquezelli (PTB)

Nelson Meurer (PP)

Nelson Pellegrino (PT)

Nelson Trad (PMDB)

NIlmar Ruiz (PR)

Odair Cunha (PT)

Odílio Balbinotti (PMDB)

Osmar Júnior (PCdoB)

Osmar Serraglio (PMDB)

Osmar Terra (PMDB)

Paes Landim (PTB)

Paulo Abi-Ackel (PSDB)

Paulo Bauer (PSDB)

Paulo Henrique Lustosa (PMDB)

Paulo Magalhães (DEM)

Paulo Pereira da Silva (PDT)

Paulo Piau (PMDB)

Paulo Rattes (PMDB)

Paulo Roberto Pereira (PTB)

Paulo Rocha (PT)

Paulo Teixeira (PT)

Pedro Eugênio (PT)

Pedro Fernandes (PTB)

Pedro Novais (PMDB)

Pedro Valadares (DEM)

Pedro Wilson (PT)

Pinto Itamaraty (PSDB)

Pompeo de Mattos (PDT)

Professor Setimo (PMDB)

Professora Raquel Teixeira (PSDB)

Ratinho Junior (PSC)

Raul Henry (PMDB)

Rebecca Garcia (PP)

Reginaldo Lopes (PT)

Renato Amary (PSDB)

Renato Molling (PP)

Ribamar Alves (PSB)

Ricardo Barros (PP)

Ricardo Tripoli (PSDB)

Rita Camata (PSDB)

Roberto Alves (PTB)

Roberto Balestra (PP)

Roberto Britto (PP)

Roberto Santiago (PV)

Rodrigo Maia (DEM)

Rodrigo Rocha Loures (PMDB)

Rogério Marinho (PSDB)

Rômulo Gouveia (PSDB)

Sebastião Bala Rocha (PDT)

Sérgio Barradas Carneiro (PT)

Sérgio Brito (PSC)

Sérgio Moraes (PTB)

Sergio Petecão (PMN)

Severiano Alves (PMDB)

Silas Brasileiro (PMDB)

Silas Câmara (PSC)

Simão Sessim (PP)

Solange Almeida (PMDB)

Solange Amaral (DEM)

Tadeu Filippelli (PMDB)

Thelma de Oliveira (PSDB)

Uldurico Pinto (PHS)

Valadares Filho (PSB)

Valdir Colatto (PMDB)

Valtenir Pereira (PSB)

Vanderlei Macris (PSDB)

Veloso BA (PMDB)

Vicentinho (PT)

Vieira da Cunha (PDT)

Vignatti (PT)

Vilson Covatti (PP)

Vinicius Carvalho (PTdoB)

Virgílio Guimarães (PT)

Vital do Rêgo Filho (PMDB)

Vitor Penido (DEM)

Waldemir Moka (PMDB)

Waldir Maranhão (PP)

Walter Ihoshi (DEM)

Walter Pinheiro (PT)

Wellington Fagundes (PR)

Wellington Roberto (PR)

William Woo (PPS)

Wilson Braga (PMDB)

Wilson Picler (PDT)

Wladimir Costa (PMDB)

Wolney Queiroz (PDT)

Zé Geraldo (PT)

Zé Gerardo (PMDB)

Zé Vieira (PR)

Zenaldo Coutinho (PSDB)

Zezéu Ribeiro (PT)

Zonta (PP)



Fonte: http://www.terra.com.br/

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Aos gremistas...e aos colorados também.

Agora é nossa vez de dizer. Viram como é bom? Vocês nunca tinham sentido isso antes. Nós já. Foi em 1995, quando vocês perderam para o Ajax de forma dramática nos pênaltis. O que sentimos foi exatamente isso que vocês acabam de sentir: um gostoso alívio. Sim alívio, afinal, se ganhássemos o Mundial nada mais restaria a vocês. O que restaria a dizer diante de nossa segunda conquista? Não adianta pensar. A única alternativa seria reconhecer nossa superioridade.
Vocês sabem que não ganharam título algum no jogo de terça. É impossível ganhar quando não se joga, mas, se por um lado não houve comemoração de título, houve sim, uma comemoração do discurso. Sim, foi isso que nossa derrota garantiu a vocês: direito a fala. Direito de continuar “gargantiando” como dizem. Agora podem dizer que jogaram dois mundiais venceram um e foram vice noutro. Nós logicamente, rebateremos o argumento, ao concordar discordando, e lembrando que na verdade vocês venceram um Mundial e ficaram em último noutro. Quem está certo? Quem está errado? Ambos estão com a razão. Tudo é verdade e tudo é mentira. O que muda é a apenas o ângulo pelo qual se vê.

Meu argumento maior é que vi o meu Colorado conquistar quase tudo, menos Campeonato Brasileiro, e que prezo mais pela experiência que pela memória, que prefiro viver e recordar, do que apenas ouvir e tentar sentir o real gosto da conquista. Esse gosto da conquista, com todo respeito aos jovens gremistas, apenas os torcedores tricolores com mais de 30 anos, quem sabe puderam sentir, e são com esses que mais me prezo a discutir sobre o assunto.

Aos mais novos, só posso dizer para não desistirem de seus sonhos. Meu sonho, que por vezes achei que jamais realizaria, demorou mais de 20 anos para se tornar realidade. Nesse período sofri horrores, muito mais que com a derrota para o Mazembe. Meu consolo eram os grenais, as derrotas gremistas e nossa história nos campeonatos brasileiros, que igualmente ao Mundial de vocês, eu jamais vi meu Inter conquistar. Tudo isso mudou em 2006 e todos sabemos porque. De lá para cá, sou um outro cara, mais feliz e pronto para discutir sobre futebol com qualquer torcedor brasileiro. Hoje sofro muito pelo revés de terça, mas isso só ocorreu pela grandeza do meu clube, que é o único da América do Sul, a jogar dois Mundiais no novo modelo de disputa. Caímos é verdade, foi nossa maior derrota é inegável, mas não foi vexame. Foi um jogo. Um jogo normal entre dois clubes que foram campeões de seu continente. Só isso. 

Por fim, 2010 termina estranho, com os gremistas Campeões Gaúchos festejando o menos pior, e com os Colorados Campeões da América em luto, chorando a chance desperdiçada de se colocar como um GIGANTE em cima do grande rival. Enfim, são coisas que só o futebol possui, e que justificam o porque ele fascina a todos nós. Um abraço, e até 2011, que é bom dizer, promete muito.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

RUMO AO BI.

Começo de Mundial é sempre assim: nervos a flor da pele, ansiedade pela estréia, medo de eliminação precoce, e felicidade em saber que podemos nos tornar o único time do Planeta a ser duas vezes campeão do Mundial FIFA. Todos esses sentimentos se confundem quando se está envolvido num Mundial de Clubes. Vocês sabem disso. E se não sabem, provavelmente isso de deve ao fato de nunca terem jogado um campeonato dessa magnitude. Mas isso enfim não interessa.

O que interessa é que amanhã começa a caminhada rumo ao título. Internacional (Campeão da América) e Mazembe (Campeão Africano) se enfrentam às 14 horas, esperando o vencedor de Inter de Milão (Campeã da Europa) e Seognam Ilhwa Chunma (Campeão Asiático), que jogam na quarta feira. Com base no falso favoritismo, alguns já garantem Inter versus Inter na final, mas disso não se pode falar. Prova disso é o Pachuca, que era tido como favorito, e já voltou ao México depois de cair diante do Mazembe do Congo. 

Meu palpite claro é que vai dar Inter. O meu Inter no caso. Porque tanta certeza? Porque sou colorado e ao menos quando se trata de futebol acredito em tudo: Deus, Diabo, Buda, Alá, Iemanjá, Exú, Gabiru (esse foi santificado em 2006). Enfim, acredito em qualquer coisa que me traga pensamentos positivos e um pouco de tranquilidade. Assim, observando que 2010 está repetindo 2006, acredito fielmente, pelas muitas coincidências, que ergueremos o segundo Mundial de Clubes no próximo dia 18. As coincidências,vocês sabem, existem e aí vão algumas:

1- Assim como no ano do primeiro título mundial do Inter, 2010 também teve uma Copa do Mundo. Só esse fato já é uma coincidência, mas tem muito mais. Tanto na competição realizada na Alemanha quanto a disputada na África do Sul, a Seleção Brasileira foi eliminada nas quartas de final.

2- Em 2006 e 2010, a seleção que eliminou o Brasil acabou perdendo na final. E nas duas edições, a Alemanha encerrou sua participação na semifinal.

3- A Itália foi campeã do mundo em 2006 e o representante europeu no Mundial de Clubes foi um time espanhol. Em 2010 a Espanha foi campeã da Copa do Mundo e o representante da Europa na competição de Abu Dhabi é uma equipe italiana.

4- A primeira partida do Inter nas temporadas de 2006 e 2010 foi um amistoso contra o Esportivo. Nos dois jogos o Colorado venceu e marcou cinco gols.

5- O treinador do Brasil em 2006 era Carlos Alberto Parreira, que treinou o Inter. O técnico da Seleção em 2010, Dunga, também trabalhou no Colorado.

6- Abel Braga, técnico do Inter em 2006, e Celso Roth, treinador atual, têm nove letras no nome.

7- Assim como em 2006, o Inter também perdeu o Gauchão após disputar dois Gre-Nais pelas finais da competição. Há quatro anos, ocorreu um 0 a 0 no Olímpico e 1 a 1 no Beira-Rio. Em 2010, foi 2 a 0 para o Grêmio no Beira-Rio e 1 a 0 para o Colorado no Olímpico.

8- A bandeira de Yokohama, onde foi disputado o Mundial de 2006, é vermelha e branca, como as cores do Inter. A bandeira de Abu Dhabi, sede do próximo Mundial, tem as mesmas cores.

9- Em 2010 como em 2006, o Grêmio se classificou para a Libertadores do ano seguinte e o campeão brasileiro foi um time tricolor comandado por Muricy.

10- E por fim, contrariando aqueles que garantiam que o colorado enfrentaria os mexicanos na semifinal, eis que mais uma vez teremos um clube africano pela frente.

No mais é isso: boa sorte pra nós, e com fé em Deus, em Alá, ou nas coincidências, vamos todos rumo ao BICAMPEONATO MUNDIAL.



quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

A Música do Papa

Meus alunos, a política, o futebol e a Bahia


Itacaré - BA

Tenho muita coisa para falar a vocês. É tanta coisa, mas tanta coisa, que me causa preguiça só de pensar. De escrever então nem se fala. Eu diria que estou devendo escritos e posicionamentos desde o mês de setembro, mais precisamente, depois que comecei o estágio final da faculdade. Devendo para o blog, para mim mesmo, e consequentemente para alguns de vocês.

Como disse fiz meu estágio nos últimos meses. De setembro a novembro. Foi bem legal, interessante e desafiador. Pelo menos pra mim. Com relação aos alunos não sei, mas vocês estão livres para indagá-los. Quem são eles? Alunos dos terceiros anos matutino e vespertino. Qual foi o tema abordado em sala de aula? Adivinhem?! Sim, foi política. A micro política mais precisamente. Do que trata o assunto? Também deixo vocês livres para questionar meus adoráveis "agentes polítcos", mas garanto duas coisas a vocês: a primeira é que minhas aulas, embora tenham coincidido com o período eleitoral, não falaram sobre o pleito. E a segunda, que foi proporcionado, com a ajuda da escola e de alguns vereadores escolhidos, um encontro inédito em nosso município: o encontro entre os alunos e muitos de nossos representantes. Na nossa "audiência" (é assim que foi chamado o encontro), estiveram presentes, além do Vice- Prefeito Municipal, vários secretários, além de alguns vereadores escolhidos. Para que tudo isso? Para que nos fossem dadas respostas sobre aquilo que os próprios alunos haviam coletado e trazido como problema público a sala de aula. Enfim, preferi, tratar da ação política, ao invés da ilusão eleitoral.

Sobre as eleições, inclusive, já disse a vocês: não acredito nelas, mas fiquei feliz que a Dilma venceu. Não que eu tenha votado pra Dilma. Não votei. Pelo menos não no primeiro turno. No segundo sim. Fui quase obrigado a isso pela falta de escolha. Entre a cética tolerante acusada de intolerância e o cristão intolerante que se dizia representante do BEM (lê-se DEM), não tive dúvidas: ajudei a colocar a primeira mulher no poder. Minha expectativa diante do mandato da presidenta é grande, mas pelo que conheço das mulheres, serão quatro anos de muita faxina. Com as mulheres no poder, enfim seremos um país brilhante.  

Entre os assuntos que correram meu mundo nesses últimos meses, não posso deixar de falar sobre o caso da promotora que prendeu um caminhoneiro atropelador de galinhas. Vocês não têm idéia de como essa mulher me fez pensar. No fim, depois de muitas horas de reflexão, concluí que defendemos nossos semelhantes.

Outro fato que me chamou muito a atenção nos últimos meses foi o Grêmio. Seria injusto deixar de falar da reação gremista no Campeonato Brasileiro. Foi realmente surpreendente. Que reação! De candidato à Segundona a candidato ao G4. Sou colorado vocês sabem, mas temos de concordar que o Grêmio merece uma vaga para a Libertadores. É uma pena depender do Goiás, que pelo que vi ontem está com sorte de campeão. Sinceramente não acreditava que o alviverde goiano pudesse levar a Copa Sul Americana, mas depois de ver uma bola espirrada e um chute mascado terminar em dois gols, ouso dizer que tudo parece se encaminhar para que um segundo time brasileiro venha a conqusitar a segunda maior competição da América, tirando assim a vaga que seria do tricolor gaúcho. Coisas do futebol, que de justo não tem nada.

Por fim, e chegando mais perto de nossos presentes dias, não posso negar que estou ansioso em saber como estarão as favelas cariocas daqui um ano, e também em como será o meu desempenho no concurso para professor que prestarei em janeiro no Estado da Bahia. Sim, exatamente isso. Se tudo der certo, ano que vem estarei estarei despertando a filosofia em solo baiano, mais precisamente na região de Ilhéus (vide Google Imagens Ilhéus - Itacaré), que sinceramente, por algum motivo, me lembra o paraíso. Devo ter sido expulso de lá, mas estou a duas provas de poder voltar. Torçam por mim, prometo por Mainha e Painho, mandar notícias de lá. Agora vou estudar...