terça-feira, 25 de agosto de 2009

Minha paixão.

Preciso contar a vocês, descobri a origem das minhas paixões. Passei minha vida buscando saber o porque me apaixonava de uma hora pra outra, meio sem querer, do nada assim. A maioria dos homens é apaixonado por bundas, seios, pernas, coxas. Como disse, a maioria. Tenho um amigo, que não faz parte da maioria, que é apaixonado por pés. Certo dia depois de um encontro, apareceu ele feliz da vida. Jurava estar apaixonado. Dizia ter conhecido a mulher dos seus sonhos. Morena, alta, lábios carnudos, pernas fortes, torneadas e bem definidas com os glúteos as acompanhando na mesma proporção. Porém, embora a euforia, dizia-se apreensivo, afinal não conhecia ainda seus pés. Uma semana depois voltou decepcionado. Disse ter terminado tudo por uma joanete encontrada no minguinho esquerdo. Sim, acreditem. Todo aquele monumento e aquela paixão foi destruída por uma joanete. No caso, minha paixão não está depositada nos pés, mas nos olhos.

Sou apaixonado por olhos, mas não por olhos qualquer. Meus olhos, ou melhor, os olhos pelos quais me apaixono devem ser claros e envolventes. Nada contra os olhos escuros, é questão de gosto como dizem. Além do mais, fiz uma revisão histórica da minha existência passional e concluí que nunca tive uma paixão castanha. Cabelos castanhos sim, olhos não. Como disse, não bastam serem claros devem ser envolventes.

Por envolventes considero aquele olhar penetrante, que diz sem dizer que algo ali deve ser desvendado. O olhar envolvente por mais que seja de alguém de olhos claros, deve ser obscuro. Deve ter algo ali que não está ali. É um olhar misterioso, naturalmente sexy.

Concluí tudo isso semana passada, quando estava numa sala de espera, em um consultório. Lá estavam todas atendetes de máscaras, por causa da Gripe A. Algumas eram bundudas, outras aparentavam carregar uma tábua na parte posterior; algumas era peitudas, outras eram como uma tábua, agora anteriormente falando; algumas tinham suas unhas bem feitas, outras pareciam jamais ter conhecido uma manicure. Porém, tais detalhes eram insignificantes. Eu não conseguia deixar de olhar para os olhos daquelas mulheres. Eram os olhos que chamavam a atenção, e era a máscara que fazia eu perceber isso mais claramente. Aquela máscara que me amedrontava com o anúncio da tão temida gripe A, era a mesma que fazia eu descobrir a origem das minhas paixões. O melhor de tudo é que lá existia uma bela mulher. Uma bela mulher com olhos claros e envolventes. Aqueles olhos verdes, cor de abacate e misteriosos. Havia literalmente, me apaixonado à primeira vista. Ainda não havia a visto de corpo inteiro, mas aqueles olhos não podiam mentir.

Ela continuava a me olhar, era um olhar para mim e outro para seu ofício. De repente levantou, e como num concurso de beleza, desfilou para mim. Claro que não era para mim, mas seus olhos diziam que era. Seu corpo também era perfeito. Bunda, pernas, seios, tudo simétrico. Eu naquele momento era puro exstasy. Faltava apenas conhecer sua boca, seu sorriso. De repente ela ameaçou levantar a máscara. Eu com meus olhos tentava dizer: "isso isso, deixe eu vê-la por inteiro meu amor". Estava ciente que nada iria nos separar. Toda aquela belezura, toda minha paixão ali depositada. Deus não seria injusto comigo. Sua boca não iria me decepcionar. E realmente não me decepcionou. Ao levantar a máscara me lembrou Jolie, sim a Angeline. Seus lábios eram carnudos, cor vermelho sangue. Ela era perfeita. Ela, com seus olhos vidrados em mim, com aquela boca perfeita...por fim sorriu. Era o que faltava...sim faltavam-lhe os dois dentes da frente. Quando vi, desmaiei.

Acordei no hospital...com aquele sorriso banguela chamando de meu amor. Parecia um pesadelo. Noutro dia a levei ao dentista, que orçou o implante dos dentes em dois mil reais. Ela fez os implantes, e me fez concluir que dois implantes custam dois mil reais, mas que aqueles olhos...bem...esses não têm preço.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

O vício de Terezinha

Mulheres são viciadas. Quase todas eu diria. Terezinha é um exemplo vivo disso. Confesso que estou preocupado. Tenho medo que ela tenha uma overdose. Terezinha, como várias outras mulheres que conheço, é viciada em limpeza. Acorda todo dia às seis da manhã, e pega no batente. É pano pra lá, vassoura pra cá, balde por todo lado. Não julgo Terezinha pelo seu vício. Não tenho nada contra as drogas. Cada um usa a droga que desejar, desde que não influencie na vida dos outros.


O problema de Terezinha está aí. Além de ser viciada quer viciar os outros. Já conversei com Terezinha, disse a ela que respeito seu vício, apenas não quero ter de adquiri-lo. Ela não entende. Quando entro na casa de Terezinha, é flagrante o olhar dela para o chão. Mais precisamente para as pegadas que poderia meu tênis vindo de fora deixar. Chega a dar medo.


Dias atrás Terezinha mandou fazer uma reforma em seu banheiro. Sabia ela que a reforma demoraria uns três dias para ser concluída. Para uma ser existente normal, creio eu, a limpeza da sujeira ocasionada pela reforma deveria ser feita quando a obra estivesse concluída. Que nada. Mal o pedreiro terminou o primeiro dia de serviço, e lá estava Terezinha com todos seus apetrechos, pronta para colocar a mão na massa, ou melhor, na água. Sinceramente nunca vi uma reforma inacabada tão limpa. Terezinha ao terminar sorria de felicidade. Parecia estar num daqueles ápices. Era lindo de ver. Porém, mal sabia Terezinha que tudo viraria pó. Nada pior para Terezinha do que o pó. Meia hora depois de terminada a limpeza, lá estava novamente o “sujo” do pedreiro, sujando tudo de novo. Terezinha surtou, queria matá-lo. Porém não podia. Ela também era viciada em mudanças e necessitava da obra para ser feliz. Foi assim até o final. Terezinha limpando e o pedreiro sujando.


Três dias depois, concluída a obra, lá estava Terezinha cantarolando e limpando feliz seu novo banheiro. Sabia ela que o pedreiro não adentraria mais ali. Limpou, limpou, acabou e sorriu. Entrei para ver o novo banheiro de Terezinha. Esqueci que estava com meu tênis sujo. Tive duas opções: correr ou morrer.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Vou me disciplinar

Preciso me disciplinar. Não é por mim, é pelo sistema. Na verdade estou mentindo pra vocês. Já estou me adequando entendem? O sistema por si só é uma grande mentira: o trabalhador finge que adora trabalhar e o dono do capital mente que repassa uma parte do lucro para o trabalhador. A parte no caso, é um salário mínimo.
Vou me tornar um grande mentiroso. Vou ler "O Segredo" três vezes e mentir pra mim mesmo que tudo é possível. Podem acreditar, esse é o primeiro grande passo. O segundo é sair da depressão, ao perceber que Renato Russo tinha razão ao dizer que "mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira" .
Até hoje fui um cara avesso ao sistema, pelo menos na teoria. Nunca gostei de dormir as duas e acordar as sete. Dormir as duas tudo bem, mas acordar as sete ninguém merece. O problema é que o sistema exige. Devemos estar no trabalho as oito, cumprir oito horas de labuta, para as dezoito horas retornarmos aos nossos lares. É muito oito na vida da gente. Eu pessoalmente preferiria o dois. Começaríamos as duas da tarde, trabalharíamos duas horas e voltaríamos para os lares as duas da manhã. Por fim, acordaríamos duas horas antes do almoço. Seria perfeito.
Porém, todos casos de sucesso no mundo, foram alcançados por quem explorou o sistema, salvo os roqueiros que conseguiram unir a desistematização e a glória.
Ser rockeiro é a melhor profissão do mundo. É melhor do que trabalhar duas horas por dia. Rockeiro não trabalha, ele curte a vida. Além disso, tem dinheiro, mulheres e todos aqueles prazeres fúteis que a vida o proporciona, embora não tenha de cumprir horário. Não existe show que comece no horário. Isso é regra na profissão.
Porém não sou rockeiro, e assim preciso aprender a explorar o sistema. Estava pensando em vender algumas futilidades que comprei tempos atrás e investir tudo no Blog. Me aconselharam que não. Blog todo mundo tem. Qualquer pobre tem blog. Nada contra os pobres, mas, como já disse, pobre não explora. Se explorasse não seria pobre. Eu preciso aprender a explorar.
Pensei em ser acionista na bolsa de valores, mas teria de gastar todo meu dinheiro num curso que me ensinaria a lidar com todos aqueles "sobes e desces". Além disso, deve ser um saco passar a vida dependendo das grandes negociações financeiras. Isso me faz pensar que mesmo a vida dos exploradores sistemáticos não é lá essas coisas.
Já sei. Decidi. Vou investir tudo na Filosofia. Comprarei milhares de livros e adquirirei o mais alto nível de conhecimento que um ser humano já adquiriu. Serei rico em palavras, rico em conhecimento. Não haverá ser humano no mundo capaz de me acompanhar epistemologicamente. Serei o maior filósofo de todos os tempos, ou pelo menos, o maior conhecedor da história da filosofia. A partir de amanhã vou dedicar uma hora do meu santo dia para a leitura. Vou me disciplinar. Vou investir em algo que ninguém me tira. Quem sabe assim me encaixo no sistema e começo a ganhar algum dinheiro em palestras. Serei explorado por aqueles exploradores da falta de conhecimento. É isso aí. Viva o sistema.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Desculpe - me a repetição.

Estive analisando meus textos no último final de semana. Devo-lhes desculpas. Estou repetitivo, falando demais sobre política. Não sei por que insisto nisso. Política é uma coisa chata, sem solução. Além do mais passamos a vida ouvindo a máxima de que “futebol, política e religião não se discutem”. Eu até concordo com isso, mas não na sua totalidade.

Sobre futebol não adianta mesmo discutir. Futebol é paixão. Não interessa o que aconteça com o seu time, uma vez apaixonado, não há divisão que faça você mudar a cor da camiseta. Com a religião é quase a mesma coisa. Religião é paixão e fé. É impossível discutir com um religioso fundamentalista. Ele já encontrou a verdade. Não existe “Alá” que convença “Jeová” que ele não é Deus. E vice-versa. Há quem diga que o futebol é uma religião. Tenho de concordar. Já vi torcedores tão fanáticos, que mesmo depois de seu clube estar levando três a zero aos 40 minutos do segundo tempo e com dois jogadores a menos, acreditavam na virada. Enfim, acreditavam num milagre.

Porém, com a política é diferente. A política não é paixão, muito menos fé. Política é razão. É pensar e agir pensando sempre no bem comum. Caso contrário, não temos política, e sim aquilo que chamamos de politicagem. Em outras palavras, temos aquilo que podemos observar em muitos de nossos representantes. Puxa vida, tentei não falar, mas já estou falando novamente sobre política. Definitivamente estou repetitivo. Desculpem-me, devo estar apaixonado.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Estamos salvos

Segundo os cientistas da Cannabis Science Inc., uma empresa especializada em estudos sobre a Cannabis para uso médico, as drogas à base de Cannabis podem abrandar a pandemia da gripe H1N1 (gripe suína).

O director do departamento científico da CSI, doutor Robert J. Melamede, afirma: “A pesquisa do uso de extractos de Cannabis puros e de compostos multicanabinóides proporcionou-nos a compreensão científica sobre a eficácia médica da marijuana no tratamento de algumas das piores doenças que a humanidade enfrenta neste momento, inclusive doenças infecciosas como a gripe e o VIH, doenças auto imunes como a ELA (esclerose lateral amiotrófica), a esclerose múltipla, a artrite e os diabetes, e condições neurológicas como a doença de Alzheimer, a apoplexia e danos cerebrais, assim como numerosos tipos de cancro”.

O doutor Melamede afirmou ainda que “A elevada letalidade de alguns tipos de gripe pode ser atribuída à resposta excessivamente inflamatória causada pelo factor de necrose tumoral (FNT). Os endocanabinóides são a maneira natural da natureza controlar a actividade FNT. Os fitocanabinóides podem imitar os endocanabinóides naturais de modo a prevenirem respostas imunitárias excessivamente inflamatórias”.

Melamede acredita que o potencial canabinóide de prevenir naturalmente as respostas imunitárias excessivamente inflamatórias é enorme. Segundo ele, "Com base em recentes descobertas sobre o papel do sistema endocanabinóide na manutenção da saúde humana, podemos ter encontrado uma solução única para a assustadora ameaça colocada pelos vírus de gripe mortais, que acreditamos, se implementada, poderá salvar milhões de vidas".

Fonte: http://www.examiner.com/x-7002-Pittsburgh-...d-H5N1-bird-flu

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Um tremendo idiota.

Tem coisas que não consigo entender. São coisas simples, mas que de tão simples, fazem eu me sentir um verdadeiro idiota. De positivo nisso, está somente o fato de eu exercitar o pensamento. Tento dentro da minha imbecilidade entender o que se passa, mesmo sabendo que não tenho inteligência suficiente pra isso. Enfim, sou um teimoso ignorante. Se acalmem, eu já explico. Antes um pouco dos fatos.
Dia 30 de julho, o MCQV, movimento do qual faço parte, distribuiu um panfleto, contendo o número de proposições que cada vereador encaminhou ao executivo. Algo inédito em nosso município.
Com um número total de 43 proposições, houve vereador que encaminhou mais de uma dezena, como também houveram aqueles que nada encaminharam. Até aí tudo bem, afinal, cada um representa o povo da forma que acha que ele merece.
A surpresa veio dia 4 de agosto, quando na sessão da câmara, dois vereadores, que nada encaminharam ao executivo, deram a entender que de nada adianta encaminhar proposições. Isso porque no fim, quem decide, é o Poder Executivo se vai ou não realizá-las. Resumindo, ambos justificaram suas "inações" na câmara pelo fato de fazerem parte da situação, e assim, terem acesso direto as secretarias. Um deles, inclusive salientou, que seria muito importante que todos os vereadores tivessem acesso as secretarias, mas que como sabemos isso não acontece porque é tudo uma politicagem. Sim. Acreditem. Ele disse isso.
Eu, como disse anteriormente não consigo muita coisa entender. Estou ainda pensando. O mais perto que cheguei é que os vereadores não servem pra nada, afinal, se de nada adianta encaminhar proposições, pois quem decide por realizá-las é o executivo, logo, não deve haver o legislativo, ainda mais quando a maioria da bancada é situação. É isso. O legislativo só deve existir se a maioria dos edis forem oposição, caso contrário, como disse o nobre e sincero vereador: é tudo politicagem.
Só para lembrar que o Poder Executivo, tendo em vista a prevenção da Gripe A, decretou que fossem adiados, por tempo indeterminado, todos os eventos que houvessem aglomeração de pessoas. Acredito também que as missas foram canceladas...certo? O que? Não foram?
É, literalmente eu não consigo entender muita coisa. Tenho de admitir. Sou um tremendo idiota.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Consulta Popular - Resultado Parcial

Saiu o número de eleitores que fizeram valer sua cidadania e votaram nas demandas propostas na Consulta Popular ocorrida no último dia 5 de agosto.

Número de Eleitores aptos a votar: 7489

Número de Votantes: 1690*

*Até o momento não foram apurados os votos realizados via internet e nem divulgadas quais foram as demandas mais votadas em nosso município.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Sarney, Simon, Calheiros e Collor.

Existem certas coisas que ou deveriam ser proibidas de serem exibidas ou deveriam ser passíveis de prisão em flagrante.
Assistam isso e entendam o que quero dizer:

http://www.youtube.com/watch?v=1CImLRBYEVM


Abraço e não esqueçam que hoje tem Sessão da Câmara às 20 hrs, na Câmara Municipal de Vereadores.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Consulta Popular

O negócio é o seguinte: Dia 5 de Agosto, quarta-feira, haverá CONSULTA POPULAR. A consulta popular é uma espécie de Orçamento Participativo. Você recebe uma lista com várias opções e vota naquilo que achar necessário. Segundo informações, as alternativas que beneficiam a nossa região são a 1,2,3,4.
Para votar acesse:
www.consultapopular.rs.gov.br
Nossa região é a Médio Alto Uruguai, mas acho que isso vocês já sabem né?
Enfim, acessem e façam sua parte. Afinal, façamos a nossa e depois tratamos de cobrar a deles.
Depois de votar...acesse www.mcqv.blogspot.com e confira o que seu vereador está fazendo pelo município.
Abraço político a todos.


quarta-feira, 29 de julho de 2009

Os números não mentem...hoje é um dia especial

Hoje é um dia especial. Não posso dizer exatamente porque é especial, e mesmo que pudesse, de nada adiantaria minha fala, afinal não sou um ser confiável. Não que eu não queira ser confiável, mas porque é impossível alguém ser confiável num mundo não confiável.

Platão já dizia que o mundo é corruptível. Dizia que os sentidos nos enganam e que o que de melhor podemos contemplar de verdade está depositado na matemática. Platão via pureza nos números. Somente eles traziam a perfeição. A matemática sim é precisa. Nela não há espaço para erros.

Platão devia estar certo. Até a sociedade é matemática. A sociedade é baseada em números. Quer ser um dos nossos? Se encaixe. Caso cotrário se afaste. Não existe meio termo.

Sim a matemática é cruel e milagrosa. Cruel porque é preconceituosa, e milagrosa porque faz com que o mesmo o preconceito se dissipe facilmente no ar. É tudo uma questão de números. Os números transformam. Fazem do horrível algo belo e do belo algo horrível. Tudo depende deles.

E foi assim, baseado nos números, que decidi provar que hoje é um dia especial. Não porque foi especial pra mim em algum momento - pois como disse não sou confiável - mas sim porque ele é na sua essência especial.

Vejamos:

Dia 29 de julho de 2009

29 = 2 + 9 = 11

Mês 7

7 = 7

Ano 2009

2 + 0 + 0 + 9 = 11

Dia + Mês + Ano

11 + 7 + 11 = 29

29 = 2 + 9 = 11

11 = 1 + 1 = 2


O que o "dois" significa? Tirem suas próprias conclusões.

Eu não tenho dúvida alguma? Definitivamente eles não mentem.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

O Gre-Nal do Centenário

Questionado sábado a noite sobre quem sairia vencedor no Gre-Nal do Centenário, disse que daria Inter. Os gremistas, convictos da vitória me diziam que o Grêmio vive um momento melhor. Concordo com eles: o tricolor da Azenha, mesmo tendo perdido a semifinal da Libertadores para o Cruzeiro e vindo de derrota para o Coritiba, triturou o "Timão de Ronaldo" por 3 a 0. Já o Colorado por outro lado vem de grandes perdas: perdeu a final da Copa do Brasil para o mesmo Corinthians que o Grêmio meteu três, e foi humilhado na decisão da Recopa diante da equipe equatoriana da LDU. Assim, mesmo que líder do Brasileiro, era inegável observar que o Grêmio, pelo momento vivido, era realmente favorito.
Porém afirmei o contrário, e porque? Simplesmente porque o Gre-Nal era especial. Era o Gre-Nal do Centenário. Minha afirmação era fruto da história. Era baseada na história dos Grenais. Afinal, para quem não sabe, salvo no primeiro Gre-Nal, que não foi um jogo e sim uma sumanta, e excluindo as decisões regionais, sempre deu Inter. Vejam comigo: o Inter venceu o Gre-Nal que inaugurou o Olímpico; venceu o Grenal do milésimo gol - Fernandão marcou - e venceu todos grenais decisivos disputados fora do âmbito regional. Foram quatro decisões: o Gre-Nal do século válido pela semifinal do Brasileiro de 1988, o Grenal decidido nos pênaltis pelas quartas de final da Copa do Brasil de 1992 e mais dois pela Copa Sul Americana. Associado a história, lembrei ainda, que este ano o Colorado venceu todos grenais e estava sem perder para seu eterno rival há sete jogos. Como disse: estava.
O Grêmio venceu com justiça o clássico do centenário; venceu seu primeiro Gre-Nal do ano; quebrou um jejum de dois anos sem vitória e de quebra tirou o Inter da liderança do campeonato.
Sei sei...foi só mais um jogo de três pontos. Porém isso é um mero detalhe. Esse Gre-Nal, como disse, foi especial. Ele não será lembrado pelos três pontos, e sim por ter sido o Gre-Nal do Centenário. Será lembrado como o jogo que marcou os 100 anos de história de um dos maiores clássicos do mundo.
Humildemente me resta dizer: Parabéns Grêmio.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Michael, José e a eutanásia.

Se existe algo de útil na vida dos políticos e famosos em geral, é que a vida deles, num determinado momento, nos faz questionar a própria existência. A morte de Michael Jackson é um exemplo disso. Mesmo quem nunca escutou o rei do pop deve ter se perguntado - e se indigando - com o "negócio" que virou seu falecimento. Faltou até ingresso para o velório.

Mas não é de Jackson que quero falar. Quero que neste momento você se coloque na seguinte situação: você tem cancêr no abdômen, já foi submetido a treze cirurgias e está com 77 anos. Para piorar, seu intestino acaba de “trancar." Ele está, em outras palavras, empedrado. Não há no meio cientifico “lacto purga” que faça efeito. A você resta tomar uma simples decisão: se submeter a mais uma insegura cirurgia ou esperar "explodir naturalmente." Vice-Presidente da nossa República, empresário bem sucedido e figura que mais bem representa a direita no governo federal, José de Alencar tem de tomar essa difícil decisão. Como disse anteriormente, políticos e famosos servem para nos despertar a reflexão.

Quando fiquei sabendo do estado de saúde do nosso "vice maior", e me colquei na sua situação, confesso que não me senti nada bem. Me senti obrigado há ao menos pensar em uma terceira via. Uma via menos sofrida e mais digna. Pensei no direito que "não" nos é dado de tirarmos a própria vida. Pensei no suicídio, ou melhor, na eutanásia. Sim, sou a favor da eutanásia. Não vejo motivos para sua ilegalidade. A eutanásia, ao meu ver, é inclusive constitucional. Pergunto: nossa lei maior não nos garante a vida e a dignidade? Ora, se tenho minha vida segurada e sou um ser racional, tenho obviamente poder sobre ela. E se tenho poder sobre a vida, logo, tenho poder sobre a morte.

Não existe vida que não encontre a morte, e assim, salvo por questões religiosas - que são pessoais -, não consigo encontrar motivos para Alencar não ter essa terceira opção...tatatata...sei que ele é cristão e isso fere os seus princípios, mas a alternativa em si deveria existir. Me coloco na sua situação e me arrepio. Eu optaria com certeza pela eutanásia.

Eu, se fosse "presidente do mundo", legalizaria a eutanásia e reverteria todo o dinheiro arrecadado com a morte de Michael às criancinhas que passam fome. Todos sabemos que Michael adorava as crianças. Nada mais justo que ajudá-las eternamente...

Como disse, a vida de políticos e famosos nos serve para refletirmos. Vocês não acham?

terça-feira, 7 de julho de 2009

Eu e os pensamentos.

Estava pensando...

é, tenho esse defeito de ficar pensando "coisas idiotas." Não consigo aceitar muito as coisas sabe? Não sem antes analisá-las. É por aí que crio aquilo que chamo de ideia, que consequentemente me faz aderir a uma determinada ideologia. São tipo assim...conceitos que elaboro a partir da experiência em geral, sempre levando em consideração de que por vivermos em sociedade, devemos pensar no bem comum ou no da maioria. Assim, observo o mundo, encontro nele há existência de coisas absurdas e penso em algo para além do absurdo. Claro que já pensei que a vida é mesmo esse absurdo injusto e cruel, e que deveria me adaptar ao meio. Pensei mas não consigo. Sou um ser em extinção. Não me adapto. Sou anti-darwin, embora concorde com ele. Um amigo meu semana passada, me aconselhou que seria melhor pra mim "nadar a favor da correnteza" Não tiro suas razões. É bem mais fácil dizer "sim" pra tudo do que indagar o "porque" das coisas. Porém isso é terrível existencialmente, principalmente para quem é um "existencialista." Respondi que para isso acontecer, teria que parar de pensar ou me fazer de vivo morto. Concluí à ele que antes de ser um vivo morto, prefiro ser um vivo sofrido, afinal ao menos posso falar. Enfim, prefiro morrer afogado contra a correnteza ao invés de descer o rio e cair cachoeira abaixo.

Mas não é sobre isso que estava pensando. Pensava sobre meu gato e a gata da minha mãe. Não me compreendam mal. Não me tornei homossexual nem estou desejando "comer" minha mãe. Estou falando dos felinos, aquele que fazem 'miau" sabe? Se quiser saber o que? Leia o texto abaixo.

Beck Lilica e eu.

Como dizia, minha mãe tem uma gata e eu tinha um gato. O nome do meu gato era Beck, já a gata da mãe se chama Lilica. O Beck era um "gato amarelo de pêlo curto brasileiro", que creio eu, sedento por sexo fugiu procurar uma "Lilica" da vida. Já Lilica é uma gata preta e branca - corinthiana a desgraçada-, que como toda gata entra no cio de vez em quando. A questão assim era simples: se minha mãe tem uma gata e eu tenho um gato e ambos precisam transar, nada mais justo que oferecer meu gato para trepar com a gata da minha mãe. Não porque estava querendo corromper a pequena virgem, como dizia ela, mas sim porque não aguentava mais aquele sonoro clamor por sexo. Se as mulheres gritassem como as gatas miam no cio, transaríamos com elas contraditoriamente para pararem de gemer. A TPM , tão misteriosa para nós homens, deve ser provocada por isso. Deve ser desejo por sexo...recolhido claro. Ao invés de gritar por sexo, a mulher internaliza o desejo que uma vez não colocado para fora se volta contra a própria mulher lhe causando aquele mau humor que conhecessemos.

Mas resumindo: minha mãe não quis deixar sua gata copular com meu gato; meu gato na primeira oportunidade que teve fugiu de casa à procura de sexo, mas a gata da minha mãe continuou a gritar por sexo. Minha mãe pressionada pelos gritos da gata, e não mais só dela, mas também dos vizinhos e da família em geral...soltou a pobre virgem. Não deu duas horas e lá estava ela"namorando." Com quem? Com um "gato amarelo de pêlo curto brasileiro." Não. Não era o meu Beck, mas vejam que ironia: minha mãe que não quis dar sua gata ao meu gato, teve que ceder aos gemidos de amor de sua adorável felina, que se entregou para um gato parecido com o meu. Isso me fez pensar...

Pensei sobre Beck e Lilica. Pensei sobre eu e meus amores. Pensei nos desejos, na minha mãe e na vitória do ser diante da sociedade repressora. Enfim...pensei.


quinta-feira, 2 de julho de 2009

O Futebol, a Vida e Eu

O futebol se assemelha a vida. Nada mais idiota. Deve ser isso. Para suportarmos a vida criamos o futebol. Uma idiotice para dar razão a outra.

O futebol se resume mais ou menos no seguinte: são vinte e duas pessoas, correndo e lutando para colocar uma esfera feita de couro de vaca para dentro de três barras de ferro, que formam com chão um grande retângulo. Junto a esse ainda existem masi três juízes que são responsáveis pela segurança da correria. É mais ou menos como a vida: passamos a vida inteira correndo e lutando, para obter algo que não sabemos direito o que é, para na hora da morte, ficarmos dentro de uma caixa retangular. Que coisa idiota.

O futebol, como a vida, de tão imbecil se torna interessante. No futebol não conta a campanha e o confronto direto, conta título. Não conta retrospecto, conta 90 minutos. Ficar vice campeão é o mesmo que ficar em terceiro e até pior muitas vezes.

Vejam: O Inter vice campeão da Copa do Brasil e o Grêmio terceiro colocado no campeonato mais importante da América, por não terem ganho nada, comparam hoje suas forças através do Campeonato Brasileiro. Porém, tais forças nem seriam comparadas se caso o Grêmio tivesse ganho a América mais fácil da história. A imbecilidade do futebol é tamanha, que se o Grêmio tivesse ganho a Libertadores, mesmo que o Colorado viesse a ganhar tudo no ano, mesmo assim, não poderia comparar todos os seus feitos com o feito do Grêmio. Neste ponto também o futebol se assemelha com a vida. Nossas atitudes, nossa "campanha" na existência não vale muito coisa, o que vale mesmo são os "títulos" e os que eles proporcionam.

É, o futebol como a vida, é uma tremenda idiotice....e eu...sou um idiota.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Eu acredito.

Primeiro quero deixar claro que não acredito em superstições. Segundo, quero dizer que muitas vezes, no desespero, me contradigo. Por último enfim, preciso admitir que estou desesperado. Dessa forma, hoje sou um ser contraditório e consequentemente supersticioso.
O motivo do meu desespero se dá pelo fato do Inter precisar fazer três gols de diferença no Corinthians para se consagrar Campeão da Copa do Brasil. Se fizer dois, não poderá tomar nenhum, para levar a decisão para os pênaltis, o que só aumentaria minha aflição.
Portanto hoje vale tudo. Vale até ir na missa e jurar pagar o dízimo em dia.
Não cheguei a ir na missa e muito menos a pagar o dízimo (não estou assim tão desesperado e se o problema for Deus estamos tranquilos, afinal o padre é colorado), mas desde que acordei, estou fazendo uso de minhas mandingas. Coloquei minha cueca sagrada, meu par de meia imbatível e fiz as promessas rotineiras dos dias decisivos. Como disse, hoje vale tudo.
Tenho um amigo que prometeu correr semi-nu e pagar a festa se o Colorado erguer a taça. Outro, um representante político, jurou honestidade em suas atividades até o fim do mandato. Eu, além de realizar minhas superstições, prometi ir tomar cerveja com aquele amigo que vai pagar a festa.
O mais interessante é que encontrei neste último mês, o motivo que levou o Inter a sair em desvantagem no primeiro jogo. O motivo é simples: todas decisões que assisti na minha casa, com meus amigos colorados e juntamente com um gremista, que por íncrível que pareça nos traz sorte, foram vitoriosas.
Vejam se não tenho razão: moro sozinho desde 2006 e até semana retrasada havia apenas perdido, ou melhor, empatado, uma decisão (foi em 2006 quando perdemos o campeonato gaúcho com um empate). Depois disso, não é necessário lembrar que ganhamos TUDO o que disputamos. É interessante aqui dizer que não foi por descuido, que não assisti o primeiro jogo da final do dia 17 na minha casa, mas sim porque estava em pós-operatório em decorrência de uma cirugia que me submeti no dia anterior.
Dessa forma é lógico que perdemos o primeiro jogo porque não assisti ele no meu antro sagrado. Ou vocês acham que foi mera coincidência? É claro que não. Foi a casa.
Por isso hoje, no meu lar, e envolvido por todas as minhas superstições, vamos ganhar do Corinthians, ou melhor, vamos golear o Corinthians.
Eu acredito, ou melhor, eu tenho certeza nas minhas superstições que só acredito quando estou desesperado. Por Deus, por Lúcifer, por Cristo ou por Maomé...acreditem em mim.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Idiotices Preocupantes

É interessante como me preocupo com as questões futuras. Se estou solitário, me preocupo se será sempre assim; se estou comprometido, me entendio pensando a mesma coisa.
No futebol é da mesma forma. Se por uma lado, me angustio na felicidade em pensar que o Inter pode ganhar tudo o que disputar, por outro me angustio na tristeza em saber que nesse mesmo ano o Grêmio pode vencer a América e o Mundo. Isso é tão incrível quanto idiota, afinal, não tenho e não posso ter contribuição alguma na hora da decisão.
Falo disso pois estou prestes a me submeter a uma cirurgia e já estou preocupado com as deficiências que terei quando perder parte do controle do braço esquerdo. O interessante é que o imaginado jamais se concretiza, assim mostrando, que não adianta nos preocuparmos com o não ocorrido. O pior ou o melhor de tudo isso, é que nos faz ter de encarar o mundo conforme ele nos aparece. Nos faz ter de existir e curtir cada minuto da existência.
A partir de semana que vem quero curtir muito escrever aqui no blog usando somente uma mão. Claro que pode ocorrer de não escrever nada para vocês, mas aí...bem aí...podem ter certeza que estarei me ocupando com algo mais prazeroso.
Abraço e se acaso tudo der errado...garanto a vocês que estarei morto. Simplesmente morto, porém não morto, dentro de vocês.

Obs: texto escrito dia 15 de junho de 2009.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

As beldades

Sempre amei belas mulheres. Sou escravo da beleza física feminina. Inclusive, são elas as resposnáveis pelas contradições na minha existência. Tive apenas um amor que não aprovava fisicamente. Suportei nove meses. Foi um parto.

Minha justificativa para minha contradição é que para o bem viver é necessário acordarmos de bom humor. Sendo impossível acordarmos de sorriso aberto, se ao nosso lado estiver uma pessoa não atraente. Não acredito que um homem possa ser feliz acordando ao lado da Regina Casé. Esses não são homens, são guerreiros.Não defendo um padrão de beleza, porém, tenho o meu padrão de beleza.

Quando falo da minha incoerência, afirmo isso por dois motivos: o primeiro por observar que a beleza física com o tempo se deteriora, e o segundo, exatamente pelo fato de que, mesmo sabendo disso, não consigo ir contra a minha paixão pelo físico feminino. Porém não adianta saber. Na prática sou dependente das beldades. Elas funcionam como uma droga pra mim, com a diferença que não interessa o efeito, e sim a embalagem que a droga está envolvida. É a própria embalagem que me entorpece.

Minha decepção no mundo conjugal já deveria ter mudado o meu foco, a minha “caça.” Já deveria ter buscado o belo invertido, ou seja, o belo interior. Eu quero mudar. Quero me apaixonar por uma Regina Casé da vida. Meu problema está que não sei como fazer isso. É falso dizer que querer é poder. Eu juro que quero , mas não consigo. Já pensei em me cegar para não cometer injustiças. Preferi continuar vendo e sofrendo. Sofro pelas beldades. Me contradigo por elas.

Porém existe algo comum em todas as mulheres. Belas ou horripilantes, todas querem emagrecer. No mínimo dois quilos.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Em Busca da Mulher Ideal

Obs: Se você se acha uma mulher do novo milênio; essa que busca constantemente a liberdade; que prega o feminismo e contraditoriamente a igualdade entre homens e mulheres...por favor: não leia este texto. Pare por aqui mesmo.
Este texto é destinado àquelas mulheres tradicionais, que enxergam o homem como o alicerce da família e a mulher como uma ferramenta útil. Este texto é dedicado somente aquelas mulheres que ainda acreditam na harmonia familiar e no amor que nossos avós viveram.


Boa leitura para todas essas mulheres que sonham com o amor eterno...e para as feministas de plantão um pedido: não me odeiem.


Não queria fazer isso, mas o inverno me obriga. Vou ter que dar o meu carinho e o meu amor para alguma pessoa. O frio me obriga.
Portanto, mulheres do Planeta Terra : estou disposto a amar uma de vocês. Motivos para eu ser desejado por vocês? São vários. Porém, vou apenas apresentar meus dois principais atributos: sou sincero e fiel, e, por mais que a história mostre que as mulheres buscam os cafajestes, na verdade, na mais profunda reflexão, elas querem carinho e segurança. Assim, estou aqui mulheres, pronto para satisfazê-las nos mais variados sentidos.
É bom, antes de tudo saber, que não estou falando em namoro, mas em um contrato de experiência até a primavera. Eu entro com o corpo, a casa e com um pouco de comida (pão, presunto, queijo, tomate, leite e nescau, às vezes iogurte), e vocês com o corpo e a limpeza do lar. Porém, para o contrato ser possível a felizarda deve conter as características abaixo:
A mulher deve ser inteligente, bela e quente. Deve manter a boca fechada durante os jogos de futebol e o máximo possível durante as refeições. Não quero uma comentarista, nem uma gorda. Já disse que quero uma mulher bela e inteligente, logo, uma mulher bela não pode ser gorda e uma mulher inteligente deve saber, com sua inteligência, que mulheres não entendem de futebol. Não estou dizendo que ela não deva assistir os jogos de futebol. Até porque alguém deve preparar a pipoca e encher os copos.
Porém, de nada adianta ser bela e inteligente, se for fria. Afinal, se for pra ter mais uma bunda gelada debaixo dos meus lençóis prefiro ficar sozinho.
Outro pré-requisito da minha futura mulher é que ela não pode ser chata. Por chata entende-se, toda mulher que não entende que os homens somente querem as mulheres em duas circunstâncias: ou para manter contato físico ou para a limpeza. Por isso se for para reclamar de algo reclame que falta sexo ou produtos de limpeza.
Por fim quero uma mulher bela, inteligente, quente, legal e colorada. Afinal de contas quero alguém que, embora não entenda nada de futebol, seja feliz com seu time do coração.
Salário:
Salário? Por favor né? Salário é coisa de trabalhador. Minha mulher deve fazer tudo por amor... isso se quiser prorrogar o contrato até o verão.