quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Reforma Ortográfica

Sempre fui a favor da reforma ortográfica. Uma reforma que unificasse os "porquês", e fizessem do porque, apenas "pq". Que terminasse com o "h mudo" - nunca entendi a serventia de um mudo para a escrita e muito menos para a fala - , e que o "x" tivesse som somente de "x", logicamente abolindo o "ch".
Sou a favor de uma reforma que deixasse o "s" com som de "s" sem nunca ter o som de "z". Que extinguisse o cedilha e também o "c". Afinal para que serve o "c"? Temos o "k" que substitui o "ca-co-cu", e de novo o "s" que substitui o "ce-ci". Sem falar no "que" e no "qui" que também podem ser substituídos pelo "k". Tudo ficaria lógico e fácil.
E o hífen? Se a linguagem serve para nos comunicarmos e para nos entendermos, para que serve o hífen? Tem diferença no significado da palavra se escrever com ou sem hífen? Não muda nada.
Às vezes ouso pensar que mudam as regras com o intuito de que a "linguagem academicamante perfeita" seja mérito de poucos. Seja mérito somente dos dragões imortais da Academia Brasileira de Letras.
Em 2009 mudaram algumas regras que dizem ter como objetivo unificar os países que falam a língua portuguesa em torno de um só português, temos até 2010 para nos adaptarmos. O objetivo da reforma é interessante, lógico e necessário em tempos de globalização. Porém, nas mudanças ocorridas, a única que vai facilitar um pouco a vida da população em geral, é o fim da trema. "Lingüiça" agora é "linguiça", cinqüenta é cinquenta, e conseqüente é consequente. Na minha reforma, linguiça se tornaria linguisa, cinquenta seria sinkuenta e consequente seria konsekuente. Fácil e lógico não?



2 comentários:

Anônimo disse...

reforma ortográfica tem aquela


NUNCA TREMA EM CIMA DA LINGUIÇA


HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Anônimo disse...

não seria, "Nunca mais trema na linguiça" ou "Jamais trema em cima da Linguiça"?